Polícia investiga assassinato de empresário dentro de loja em Salvador
Crédito: Reprodução/Instagram
Por Diário do Baiano
Eduardo Santana de Oliveira, de 31 anos, foi atingido por disparos enquanto estava no estabelecimento; autores e motivação do crime são investigados
O empresário Eduardo Santana de Oliveira, de 31 anos, foi morto a tiros dentro da própria loja na tarde de terça-feira (22), no bairro do Itaigara, em Salvador. A vítima administrava a Butique da Chave, localizada na Avenida Antônio Carlos Magalhães.
Policiais militares da 13ª Companhia Independente de Polícia Militar foram acionados após uma denúncia de que havia um homem ferido por disparos de arma de fogo no estabelecimento. Quando chegaram ao endereço, encontraram Eduardo já sem vida.
Segundo relatos de testemunhas, dois homens teriam chegado ao local em uma motocicleta e efetuado os disparos contra o empresário. A dupla fugiu depois do ataque. A Polícia Militar realizou buscas na região, mas nenhum suspeito foi localizado.
Perícia recolheu cápsulas no local
A área foi isolada para o trabalho do Departamento de Polícia Técnica. Mais de dez cápsulas de munição foram recolhidas durante a perícia, segundo informações divulgadas após o crime.
Câmeras de segurança existentes na região poderão contribuir para a identificação dos envolvidos. O corpo de Eduardo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para necropsia.
A Butique da Chave funcionava no local havia cerca de um ano. Além da confecção de chaves, o estabelecimento comercializava chaveiros e acessórios para celulares.
DHPP investiga autoria e motivação
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa investiga o assassinato. A Polícia Civil informou que foram expedidas guias de perícia e remoção e que realiza diligências e oitivas para identificar os responsáveis e esclarecer a motivação.
Até a atualização mais recente consultada, ninguém havia sido preso e a Polícia Civil não havia informado oficialmente a motivação do homicídio.
Informações divulgadas após o assassinato mostram que Eduardo já havia sido investigado por um homicídio ocorrido em 2006, em Castro Alves. O processo terminou com o reconhecimento da prescrição e a extinção da punibilidade, sem condenação.
Também foi divulgado que o empresário possuía registro ativo no Sistema Nacional de Armas e era registrado como Colecionador, Atirador e Caçador (CAC). Até o momento, a Polícia Civil não estabeleceu publicamente relação entre essas informações e a motivação do assassinato.

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