19 de abril de 2026

Se do lado de cá, milhões de pessoas aguardam as suas encomendas, do outro estão milhares de trabalhadores que vivem a incerteza diante da crise que colocou a empresa federal numa crise que parece não ter fim. A paralisação ocorre em meio a impasses nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e à ausência de reajuste salarial para a categoria. Além de São Paulo, aderiram trabalhadores do Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo a empresa, dos 36 sindicatos que representam os empregados, 24 não aderiram ao movimento.

 Se do lado de cá, milhões de pessoas aguardam as suas encomendas, do outro estão milhares de trabalhadores que vivem a incerteza diante da crise que colocou a empresa federal numa crise que parece não ter fim. A paralisação ocorre em meio a impasses nas negociações do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) e à ausência de reajuste salarial para a categoria. Além de São Paulo, aderiram trabalhadores do Ceará, Paraíba, Mato Grosso, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Segundo a empresa, dos 36 sindicatos que representam os empregados, 24 não aderiram ao movimento.
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O que parece apenas uma chamada estranha pode esconder um golpe sofisticado. Criminosos têm usado ligações silenciosas como porta de entrada para clonar vozes e aplicar fraudes com o apoio da inteligência artificial. A prática, conhecida como “golpe da ligação muda” ou “roubo da voz”, vem chamando a atenção de especialistas em segurança digital e preocupando consumidores.

A estratégia é simples e eficiente. A vítima recebe uma ligação de um número desconhecido e, ao atender, escuta apenas silêncio. O detalhe é que esse silêncio não é acidental: serve para induzir a pessoa a dizer pelo menos um “alô”, som que já é suficiente para iniciar a coleta de áudio.

As ligações geralmente não são aleatórias. Os golpistas costumam se apresentar como funcionários de bancos, órgãos públicos ou centrais de atendimento, muitas vezes usando números que imitam telefones de instituições conhecidas para ganhar confiança.