Aras defende fim de pagamento de aposentadorias a ex-governadores
O procurador-geral da República, Augusto Aras, propôs ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta sexta-feira (18/9), arguição de descumprimento de preceito fundamental (ADPF) contra o pagamento de pensões, aposentadorias especiais e benefícios similares a ex-governadores e dependentes.
Na ação, com pedido de medida cautelar para suspender imediatamente os pagamentos, o PGR destaca levantamento de 2018 que aponta que 18 estados brasileiros têm gastos de R$ 23 milhões por ano com aposentadorias e pensões.
Com a ação, Augusto Aras pretende que se dê o mesmo tratamento a todos os estados que se encontram nessa situação. Ele lembra que vários entes suspenderam o pagamento por força de impugnação das normas, enquanto outros, mesmo com julgamentos contrários, continuam pagando os benefícios.
“Um exemplo é o Estado da Paraíba que ainda paga as pensões de ex-governadores a seus dependentes, em evidente desobediência à decisão do STF, que julgou procedente ação direta de inconstitucionalidade contra o benefício”, diz Aras.
Aras aponta a inconstitucionalidade da prática por contrariar os princípios republicanos e da igualdade, da moralidade e da impessoalidade, além de ser afronta à competência da União para dispor sobre normas gerais de previdência social.
Reprodução de Metropóles

Música brasileira perde Benito di Paula, mestre dos sambas românticos
Estudo revela risco de perda de renda e aumento da pobreza no interior da Bahia
Brincadeira entre amigos termina com tiro na cabeça e decisão da Justiça
Fé reúne multidão em celebrações à Padroeira do Brasil nesta segunda-feira
Morte de magistrado em carro incendiado mobiliza investigação no interior paulista
Enem 2026 entra no último mês antes do primeiro dia de provas