Argentina x Espanha se enfrentam neste domingo (19) na final da Copa do Mundo
Foto: Divulgação/FIFA
Há quase duas décadas, um jovem de 19 anos dava banho em um bebê de apenas três meses durante uma sessão de fotos para um projeto social do UNICEF, na Espanha. O jovem era Lionel Messi. O bebê, Lamine Yamal. Neste domingo (19), a partir das 16h no palco do MetLife Stadium, em Nova Jersey, o destino cobra a conta daquela imagem premonitória com o jogo entre Argentina e Espanha. Os dois se reencontram no ápice do futebol mundial para decidir a maior Copa do Mundo de todos os tempos.
Duelo de gerações
O duelo que encerra a competição não carrega apenas o peso de um roteiro de cinema, mas também uma marca inédita. Em 96 anos de história do torneio, esta será a primeira vez que os atuais campeões da Europa e da América do Sul se enfrentam em uma final de Copa do Mundo.
O confronto também coloca frente a frente filosofias e forças distintas, em um cenário que promete extremo equilíbrio. De um lado, a atual campeã mundial, Argentina, ostenta o melhor ataque do torneio. Do outro, a desafiante Espanha chega à decisão como a equipe que menos sofreu gols.
No centro do poderio ofensivo sul-americano está ele: Lionel Messi. Aos 39 anos, completados há pouco mais de duas semanas, o camisa 10 continua desafiando o tempo e as defesas adversárias na América do Norte. Com a capacidade de decidir jogos, Messi distribuiu quatro assistências durante a competição, duas delas vitais para a virada sobre a Inglaterra na semifinal. Ele também divide a artilharia da Copa, liderando a corrida pela chuteira de ouro com oito gols, além de ostentar o maior número de finalizações (34), chutes no alvo (19) e cobranças de escanteio (34).






