“Foi uma fatalidade”, diz suspeita de matar estudante após audiência de custódia
Andréia Santos Carvalho, segunda participante do latrocínio da estudante Cristal Rodrigues Pacheco, de 15 anos, afirmou na tarde desta sexta-feira (5), que a morte da estudante “foi uma fatalidade”.
A declaração foi dada ao Balanço geral, da RecordTV Itapoan, ao sair da audiência de custódia. A Justiça decretou a prisão temporária da mulher, que confessou à polícia que atirou na estudante em frente ao Passeio Público.
Além de “Rasta, outra suspeita, Gilmara Daiam de Sousa Brito, 31 anos, acusada de envolvimento na morte da jovem, também já foi presa horas após o crime e possui uma extensa ficha criminal. “Mara”, como é conhecida, alegou que tiro teria sido disparado por um motoqueiro que passava pelo local, mas a polícia negou a participação de uma terceira pessoa.
O caso
Cristal Rodrigues Pacheco morreu a caminho da escola na manhã de terça (2), em frente ao Passeio Público, no Centro da cidade de Salvador. A estudante estava na companhia da mãe e de uma irmã, de 12, quando foi abordada por duas mulheres armadas.
Segundo o delegado Reinaldo Mangabeira, da Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), a vítima foi atingida por um disparo feito no lado esquerdo do peito.

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