2 de Julho: tensão política deve marcar, mais uma vez, a data cívica
A data mais importante do calendário baiano, o 2 de Julho, deve ser palco, mais uma vez, da tensão política que antagoniza diversos campos em atuação no estado.
Como de praxe, a presença do presidente da República em um evento aberto deve resultar em um reforço expressivo no contingente policial ao longo do trajeto, com o objetivo de garantir a segurança do chefe do Executivo federal.
Em intensa movimentação política desde as semanas que antecederam o São João, o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, também deve marcar presença no evento. A participação já é uma tradição em sua trajetória política, mas, neste ano, ganha contornos mais estratégicos por conta do cenário pré-2026, quando ele deve disputar novamente o Governo da Bahia. À noite, Neto deve seguir para Governador Mangabeira, no Recôncavo, onde participará de agendas políticas.
Outros – “Outsider” da polarização baiana, PSOL deve levar sua representação às ruas. O PSOL está profundamente envolvido nas greves municipais, que têm como objetivo desgastar a popularidade de Bruno Reis. Internamente, o partido ainda enfrenta a crescente tensão entre o deputado estadual Hilton Coelho e Kleber Rosa, segundo colocado na disputa pela prefeitura de Salvador em 2024.

STF mantém por unanimidade pena de quatro anos e dois meses contra Eduardo Bolsonaro
STF tem nova sessão cancelada e Fachin adia julgamento ligado ao caso Master
STF interrompe julgamento sobre Moraes após pedido de vista de Flávio Dino
STF enfrenta sessão histórica sobre possível investigação de Alexandre de Moraes
Mensagens no celular de Vorcaro serão analisadas pelo STF em sessão extraordinária
PF tem 24 horas para explicar custódia e preservação de dados de Vorcaro ao STF