Botijão de gás terá aumento de até R$ 10 na Bahia
Foto: Ilustração/IA
Por Diário do Baiano
Alta de 8% entra em vigor em 1º de setembro e ocorre apenas um mês depois de uma redução no preço do GLP no estado.
O consumidor baiano terá um novo aumento no preço do gás de cozinha a partir da próxima terça-feira, 1º de setembro. O reajuste anunciado para o Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) será de 8% e poderá representar um acréscimo de até R$ 10 no valor do botijão de 13 quilos.
A informação foi divulgada pelo Sindicato dos Revendedores de Gás do Estado da Bahia (Sinrevgas). Segundo a entidade, a elevação está relacionada ao dissídio coletivo dos trabalhadores do setor, que provoca aumento dos custos com mão de obra e das despesas operacionais.
O impacto exato para o consumidor poderá variar. Cada estabelecimento define o preço final levando em consideração fatores como custos operacionais, transporte, localização e condições de comercialização.
Preços já apresentam grande variação
Antes mesmo do novo reajuste, o preço do botijão apresenta diferenças consideráveis entre estabelecimentos. Em Salvador, levantamento realizado nesta quarta-feira (26) na plataforma Preço da Hora apontava valores entre R$ 117 e R$ 155.
Em Feira de Santana, a variação registrada era ainda maior, com preços entre R$ 105 e R$ 280. Por isso, o aumento de até R$ 10 anunciado pelo setor não significa que todos os revendedores passarão a cobrar o mesmo valor pelo produto.
A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) acompanha semanalmente os preços praticados na revenda do GLP P13 em diferentes localidades do país.
Aumento vem depois de duas reduções
O reajuste ocorre depois de dois meses consecutivos de queda. Em agosto, houve uma redução de 7,1%, com expectativa de diminuição entre R$ 3 e R$ 4 para o consumidor. Em julho, outra redução já havia diminuído o preço do produto.
O Diário do Baiano mostrou no início deste mês que o botijão havia ficado mais barato no estado. Relembre a redução no preço do gás de cozinha na Bahia.
Com a nova alta prevista para setembro, parte da redução observada nos últimos dois meses poderá ser anulada, dependendo do valor efetivamente repassado por cada revendedor ao consumidor.

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